O que mudou em relação ao último Concurso

Recebemos alguns emails perguntando sobre a diferença entre o atual edital e o edital do concurso anterior. A resposta é: praticamente nada! O jornal Folha Dirigida fez uma publicação explicando em detalhes o que teve de ajuste neste concurso em relação ao anterior. Confira:

Apostila Agente PF 2014

O edital de abertura do novo concurso para agente da PF, divulgado no último dia 26, trouxe pequenas mudanças com relação à seleção anterior, realizada em 2012. Com relação às avaliações intelectuais, as modificações incluem o aumento da pontuação mínima para a aprovação nas provas objetivas, de 36 para 48 pontos dos 120 totais. Já nas avaliações físicas, o tempo mínimo exigido na natação, que costuma responder por muitas eliminações de candidatos, aumentou em um segundo e foi alterada a forma de execução do teste de barra fixa para as mulheres. A pedido da FOLHA DIRIGIDA, especialistas em concursos públicos analisaram as alterações.

O diretor jurídico do curso preparatório Damásio Educacional, Flávio Martins, que coordena os cursos da instituição voltados para o concurso de agente da PF, afirmou que o conteúdo programático da seleção é basicamente o mesmo de 2012, com exceção de Economia, cujo programa está mais extenso. “Nesse caso, basta o candidato complementar o seu estudo com base nos novos itens incluídos”, explicou. Quanto às demais disciplinas, ele destacou que é importante se atualizar quanto às leis cobradas e às jurisprudências dos tribunais, e, como exemplo, lembrou que depois do último concurso foi editada a nova lei do crime organizado (Lei 12.850/13), que, na sua opinião, tem grande chance de ser cobrada, já que está diretamente relacionada às atribuições da PF.

Sobre a elevação em 10% (de 30% para 40%) no desempenho mínimo para aprovação no exame objetivo, Martins avaliou que a medida não deve influenciar no resultado do concurso. “Quanto maior a concorrência do concurso, maior a nota de corte, e em vários deles esse desempenho mínimo dos aprovados tem sido de 80% das provas”, justificou. Perguntado se enxerga a mudança como uma forma de evitar o ingresso por meio das cotas de candidatos com nota muito baixa nas provas, o especialista rejeitou a possibilidade. “As cotas existem justamente para aprovar candidatos com um desempenho menor. Se a lei estivesse preocupada com desempenho, não haveria cota. Ou ele seria limitado na própria lei”, argumentou.

O que acha dessas pequenas modificações?

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